Vida Verde

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Reaproximação do homem com a natureza, alimentação saudável e livre de aditivos, equilíbro, saúde e consumo consciente. Essas são algumas das mensagens transmitidas pelo movimento green life, uma nova tendência de comportamento que está ganhando cada vez mais espaço nas nossas vidas, até mesmo sem a gente perceber.

Atire a primeira pedra quem nunca se pegou entre imagens e mais imagens de refeições ultrassaudáveis no Instagram, assistiu a um programa de televisão com um chef funcional ou seguiu um novo nutricionista e suas dicas incríveis no Snapchat? A alimentação nunca esteve tão na moda, e cada vez mais pessoas passam a compartilhar informações sobre maneiras de consumir comida de forma consciente. Esses novos porta-vozes do estilo de vida saudável colecionam seguidores e desempenham papel essencial na hora de incentivar a mudança de hábitos alimentares.

Toda essa divulgação positiva parece estar dando certo. Se você passar os olhos pelas gôndolas dos supermercados, vai ver uma explosão de frutas e verduras orgânicas colorindo o cenário, alimentos voltados ao bem-estar e uma crescente linha de produtos “sem” (glúten e lactose). De acordo com a consultoria internacional Euromonitor, a previsão é que até 2019 o segmento relacionado à alimentação saudável cresça mais de 50%, movimentando R$ 110 milhões.

Esse novo nicho sabe o que quer e o que não quer na hora de levar um produto pra casa. A onda de transgênicos, que são geneticamente modificados buscando aumentar a produção e a resistência a pragas, está sendo substituída por orgânicos, que respeitam os processos de produção do alimento e não utilizam nenhum produto que venha a ser prejudicial à saúde de quem o consome. Segundo dados do Ministério da Agricultura, no Brasil a adesão dos produtores ao mercado de orgânicos cresceu cerca de 51,7% em apenas um ano.

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A união entre conscientização e novas práticas alimentares obriga as empresas a se adaptar à realidade “verde”. O processo de mudança é muito mais complexo do que investir em produtos livres de aditivos; o consumidor final agora exige também preocupação extra com o meio ambiente por parte da empresa. A produção não pode prejudicar o planeta, mas deve estar aliada a ele. Nesse cenário, quem ganha força no mercado é o pequeno produtor, que vê sua oferta cada vez mais valorizada.

Quem pensa que o movimento só está presente na hora de consumir se engana. Ao cultivar uma horta no canto do jardim ou plantar especiarias em vasos na cozinha você também está fazendo parte dele. O movimento tem cara de volta às origens e busca qualidade de vida pelo maior contato com a natureza, não importa se você está escolhendo melhor seus alimentos, passando mais tempo ao ar livre ou trazendo o jardim para dentro de casa. Esse conjunto de ações resulta na melhora da saúde, em mais equilíbrio emocional e na diminuição do estresse causado pela rotina globalizada.

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