A evolução do videoclipe brasileiro

Layout_Poster_02

 

Não se sabe ao certo qual foi o primeiro videoclipe da história, mas existe um consenso que foi nos anos de 1960 pelas mãos dos Beatles e do diretor Richard Lester que essa ferramenta de divulgação começou a ganhar força. Cansados de ouvir a gritaria de suas fãs e não podendo estar em todos os lugares ao mesmo tempo, os quatro garotos de Liverpool começaram a substituir as suas apresentações ao vivo na TV por gravações.

Com recursos escassos devido a falta de tecnologia e orçamento restrito, esse amadorismo em forma de experimentação se deu até o ano de 1981, quando surgia a Music TeleVision, a MTV americana. Emissora responsável por impulsionar a produção dos pequenos filmes naquela que ficou conhecida como a “década do videoclipe”.

Por aqui, a estreia da MTV Brasil se deu só na década de 1990, com Marina Lima cantando “Garota de Ipanema” para abrir a programação oficial. Essa diferença de tempo ficou visível se comparada às produções nacionais com as internacionais, quando o mercado musical lá fora já estava fazendo do videoclipe verdadeiros curtas-metragens ou lucrando com merchandising a música brasileira ainda pouco investia ou percebia a sua importância.

Tempos passados… Hoje o clipe brasileiro briga de igual para igual com os estrangeiros nas paradas de sucesso. Prova disso, é o filme de Heitor Dhalia para a música “Moon”, de Thiago Pethit, que ficou na frente de nomes como Metallica e Lady Gaga entre os 10 videoclipes mais vistos pelo público em setembro, segundo ranking publicado pela revista Billboard Brasil, em sua última edição.

Texto: Antônio Turnes

Imagem divulgação.

Fique por dentro de todas as novidades!

Cadastre seu e-mail e receba conteúdos exclusivos da Revista Catarina.

Seu endereço de e-mail*